O seguinte é uma citação da Enciclopédia do Mormonismo, Vol. 1, "Origens do Oriente Próximo para o Livro de Mórmon:"
Entre extensos relatos conectados, Morôni [o primeiro Morôni] (c. 75 A.C.), liderando um levante contra um opressor, "foi adiante entre o povo acenando a parte rasgada de sua túnica" para mostrar o escrito nele (Alma 46:19-20). O legendário herói Persa Kawe fez a mesma coisa com sua túnica. Os homens de Morôni "vieram correndo... rasgando seus vestidos... como um convênio [dizendo]...possa [Deus] lançar-nos aos pés de nossos inimigos...para sermos pisoteados" (Alma 46:21-22). Tanto o rasgo como o pisotear sobre os vestidos eram práticas antigas (Collected Works of Hugh Nibley, 6:216-18; 7:198-202; 8:92-95). A inscrição no estandarte, "em memória de nosso Deus, nossa religião, e nossa paz, nossas esposas e nossos filhos" (Alma 46:12), é semelhante aos estandartes e trombetas dos exércitos no Pergaminho da Batalha do Mar Morto ([IQM] iii. 1-iv.2). Antes da batalha Morôni vai adiante do exército e dedica a terra do sul como Desolação, e o resto ele nomeia "uma terra escolhida, e uma terra de liberdade" (Alma 46:17). No Pergaminho da Batalha ([1 QM] vii. 8ff.) o sumo sacerdote semelhantemente vai adiante do exército e dedica a terra do inimigo à destruição e aquela de Israel à salvação (Collected Works of Hugh Nibley 6:213-16). Morôni compara seu estandarte de túnica rasgada a capa de José, metade da qual foi preservada e metade destruída: "Lembremos as palavras de Jacó, antes de sua morte... assim como um remanescente desta (capa) havia sido preservado, assim um remanescente de (José) será preservado".Assim Jacó teve tanto "pesar... [e] júbilo" ao mesmo tempo (Alma 46:24-25). Uma história quase idêntica é contada pelo sábio do décimo século Tha'labi, o colecionador de tradições de refugiados Judeus na Pérsia (Collected Works of Hugh Nibley 6:209-21; 8:249, 280-81).
Nenhum comentário:
Postar um comentário